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28 de abril: trabalhadores em luta contra o massacre aos direitos param a produção e a circulação de mercadorias

- (foto acima) Metalúrgicos e trabalhadores de várias categorias em Manifestação na Estrada Campinas/MonteMor

O dia 28 de abril, dia de greve geral contra o desmonte da Previdência, o ataque aos direitos trabalhistas e a terceirização foi marcado pela paralisação de diversas categorias e bloqueios de estradas em várias regiões do país.

A INTERSINDICAL esteve ativamente na construção da greve e em várias regiões junto com diversas organizações parou a produção e a circulação de mercadorias.

Em São Paulo: na região de Campinas, os metalúrgicos junto com o Sindicato pararam a produção nas empresas Benteler, Gevisa, GKN, Bercosul, Magal, Associated Spring e atrasaram a produção na Bosch. Também participamos ativamente da paralisação dos condutores e junto com os trabalhadores da previdência paralisamos todas as agências do INSS da região.

28 abr 2Metalúrgicos  e Estudantes Paralisam a Santos Dumond no Distrito Industrial de Campinas

28 abr 3Atraso na Produção na Bosch

28 abr 4Assembleia com Atraso na Produção na Bosch

28 abr 5Greve na Associated Spring

Na região da Baixada Santista houve bloqueio de rodovia com atraso na produção do polo industrial de Cubatão e paralisação de condutores.

28 abr 6Servidores Municipais de Santos

28 abr 7Repressão no Polo em Cubatão

28 abr 8Paralisação de Estudantes e Trabalhadores da Baixada Santista

Em Franca houve manifestação no distrito industrial que atrasou a produção nas empresas de calçados, indústrias metalúrgicas, cortumes, vestuário e outras.

28 abr 9Sapateiros de Franca em Luta no distrito industrial

Em Rio Claro houve Paralisação na parte da Manhã na Brascabos, Metabio, MDT e Ferrave, e protesto no centro da cidade em conjunto com as demais categorias.

28 abr 10Paralisação na MDT

28 abr 11Manifestação no Centro de Rio Claro

Em Limeira estivemos juntos na Limeirense (transporte municipal) em que todos os trabalhadores aderiram a greve. Na Mercedes Benz (Iracemápolis) os trabalhadores também aderiram a Greve, e depois estivemos junto com as demais categorias no centro de Limeira.

28 abr 12Greve dos Trabalhadores do Transporte na Limeirense.

28 abr 13Greve dos Trabalhadores na Mercedes em Iracemápolis.

28 abr 14Manifestação no Centro de Limeira.

Em Vinhedo houve paralisação do distrito industrial e bloqueios de rodovias no período da manhã.

28 abr 15Paralisação e bloqueio no distrito Industrial.

28 abr 16Bloqueio das Rodovias em Vinhedo.

Na capital houve protesto com paralisação do Hospital do Servidor Público e paralisação nas Agências do INSS. No ramo dos radialistas houve greve na EBC.

28 abr 17Greve na EBC

28 abr 18Paralisação no Hospital do Servidor na Capital

28 abr 19Protesto no INSS na Capital

28 abr 20Em todas essas regiões estivemos juntos com os trabalhadores nos Correios que estão em greve desde o dia 26.

Em Santa Catarina: em Blumenau houve protesto com atraso na produção nas empresas Têxteis como Altenburg e Hering e paralisação dos bancários, vigilantes, Condutores (rodoviários), Eletricitários e Trabalhadores Municipais, além de passeata no centro da cidade. Em Florianópolis os trabalhadores do Incra também paralisaram o trabalho. E Em Chapecó os Trabalhadores das Indústrias de Carnes participaram do ato conjunto no centro da cidade.

28 abr 21Paralisação na Altenburg – Unidade 1.

28 abr 22Paralisação na Altenburg – Unidade 2.

28 abr 23Paralisação de Bancários e Vigilantes em Blumenau.

28 abr 24Protesto no Centro de Blumenau.

28 abr 25Manifestação no Centro de Chapecó

No Rio Grande do Sul: houve bloqueio de estradas paralisando a produção do polo petroquímico de Montenegro, paralisação na JBS, paralisação do transporte público e manifestação dos municipários de Cachoeirinha. Seguimos na greve dos trabalhadores nos Correios de Santa Maria e região. Participamos ativamente na paralisação dos trabalhadores rodoviários de Porto Alegre em que 100% das linhas estão paradas. E estivemos presentes nas manifestações nos centros das diversas cidades.

28 abr 26Paralisação na JBS

28 abr 27Paralisação do polo petroquímico de Montenegro

28 abr 28Paralisação Rodoviários de Porto Alegre

28 abr 29Paralisação da BR 124 – Polo Petroquímico de Montenegro

28 abr 30Greve e Manifestação dos Trabalhadores nos Correios de Santa Maria

28 abr 31Paralisação Trabalhadores Rodoviários de Cachoeirinha

28 abr 32Manifestação dos Trabalhadores em Cachoeirinha

No Paraná: houve paralisação dos professores municipais em Curitiba, do serviço público em São José dos Pinhais e Araucária, manifestação no oeste do Paraná nas cidades de Toledo, Cascavel e Guaíra e estivemos presentes nas paralisações dos professores estaduais e na greve dos trabalhadores nos Correios por todo o estado.

28 abr 33 Ato conjunto em Curitiba

28 abr 34Protesto em São José dos Pinhais.

28 abr 35Protesto em Ponta Grossa.

28 abr 36Protesto em Curitiba.

Em Minas Gerais: paramos a BR em Ipatinga e o transporte público. Metalúrgicos, servidores municipais juntos com seus Sindicatos e outras organizações de luta realizaram protesto que se espalhou pela cidade.

28 abr 37Paralisação dos Trabalhadores do Transporte

28 abr 38Manifestação na Usina e pela Cidade em Ipatinga.

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No Mato Grosso: seguimos na greve dos trabalhadores nos Correios, paralisamos as atividades no Detran e participamos ativamente da paralisação dos trabalhadores do transporte de Cuiabá. Estamos participando do ato unificado com o conjunto dos trabalhadores.

28 abr 40Trabalhadores Rodoviários de Cuiabá em Luta!

28 abr 41Piquetão dos trabalhadores dos trabalhadores nos Correios e no Detran.

28 abr 42Manifestação pelas Ruas de Cuiabá.

No Distrito Federal: bloqueamos a BR 020, participamos da manifestação dos trabalhadores no Saneamento e do ato na Esplanada dos Ministérios.

28 abr 43Manifestação dos Trabalhadores no Saneamento do DF

28 abr 44Trancamento da BR020

No Ceará: seguimos firme na greve dos Correios e participamos das manifestações de rua em Russas e Fortaleza.

28 abr 45Mobilização dos Trabalhadores no Correio

28 abr 46Trancamento na BR 116 em Russas.

Na Bahia: Em Feira de Santana fortalecemos a greve dos trabalhadores nos Correios. E Em Salvador e Feira de Santana nos atos com conjunto da classe no centro da cidade.

28 abr 47 Feira de Santana

28 abr 48Mobilização em Salvador

No Rio de Janeiro: participamos da greve dos trabalhadores nos Correios e dos atos do funcionalismo público municipal e estadual.

28 abr 49Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro em Greve

28 abr 50Manifestação dos Trabalhadores da Educação e do Conjunto de nossa Classe no Centro do RJ pela manhã.

E A LUTA CONTINUA, PARA BARRAR A REFORMA TRABALHISTA, A TERCEIRIZAÇÃO E O DESMONTE DA PREVIDÊNCIA.

O 28 de abril foi mais um importante momento de enfrentamento contra os ataques do dos patrões, do governo Temer/PMDB e do Congresso Nacional à classe trabalhadora. Seguimos firmes, por nenhum direito a menos, organizando a mobilização para a próxima e necessária greve geral.

E NO 1ͦ DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA ESTAREMOS NAS RUAS EM MOVIMENTO CONTRA OS ATAQUES DO CAPITAL E SEU ESTADO.

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Milhares de trabalhadores vão à luta contra o desmonte da Previdência e os ataques aos direitos trabalhistas nesse 15 de março

Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

Intersindical junto com vários Sindicatos de luta organizou greves e paralisações em várias regiões do país.

A madrugada de 15 de março de 2017 começou com milhares de trabalhadores das mais diversas categorias em todo país em movimento contra o ataque dos patrões, do governo Temer/PMDB e do Congresso Nacional que querem acabar com a Previdência, aumentar a idade para aposentadoria, aumentar a jornada de trabalho, diminuir os salários e direitos e liberar geral a terceirização, o que significa, mais arrocho, menos direitos, mas acidentes, doenças e mortes nos locais de trabalho.

A Intersindical, junto com vários Sindicatos de Luta, organizou greves e paralisações em várias regiões, passo fundamental para juntos fortalecermos a construção da greve geral.

Em São Paulo: na região de Campinas, junto com o Sindicato dos Metalúrgicos, mais de 7 mil metalúrgicos pararam a produção, na Samsung, no Complexo Maxion e na CAF a paralisação é de 24 horas, na Toyota os trabalhadores paralisaram a produção no período da manhã por mais de 3 horas, tanto no período da manhã como a tarde participamos da manifestação no centro da cidade que reuniu mais de 5 mil trabalhadores e estudantes. Em Limeira junto com o Sindicato dos Metalúrgicos atrasamos a entrada nas empresas Whirpool e Brascabos e realizamos manifestação no centro de Rio Claro e em frente ao prédio da Previdência. Em Santos realizamos manifestação na portaria da Usiminas, participamos da paralisação na Petrobrás e da greve dos servidores. Em Vinhedo, juntos com o Sindicato dos Químicos paramos a produção da Globalpack por três horas. Na capital participamos de diversas manifestações que ocorreram ao longo do dia reunindo milhares de trabalhadores. leia mais

ctps

ISSO É A TERCEIRIZAÇÃO: DEMISSÕES EM MASSA, REDUÇÃO DE SALÁRIOS E DIREITOS, AUMENTO DAS DOENÇAS E MORTES NOS LOCAIS DE TRABALHO

Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

É ISSO QUE SIGNIFICA O PROJETO DOS PATRÕES E DO GOVERNO APROVADO PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS!

No dia 22 de março, a Câmara dos deputados aprovou mais uma proposta dos patrões, que vai liberar demissões em massa, reduzir salários e direitos e piorar as condições de trabalho que provocarão mais doenças, acidentes e morte.

É isso que significa o Projeto de Lei (PL 4.302/98), uma proposta dos patrões que chegou na Câmara ainda no governo Fernando Henrique e que o atual governo, junto com seus deputados, tenta a todo custo transformar em lei: o massacre aos direitos trabalhistas.

Logo após a votação na Câmara, quem saiu comemorando por todos os cantos foram os patrões, dizendo que isso garantirá “segurança jurídica” para seus negócios, segurança para demitir e reduzir salários e direitos.

Pois se esse projeto virar lei, os patrões vão terceirizar todas as atividades, seja numa fábrica de sapatos, seja numa montadora, seja num hospital público ou privado: tudo poderá ser terceirizado. A empresa poderá terceirizar sua atividade-fim, sua principal atividade e, dessa forma, cada trabalhador receberá um salário menor do que outro e sem os direitos garantidos hoje nas Convenções Coletivas que os trabalhadores conquistaram através de muita luta organizados com seus Sindicatos.

Hoje, por um exemplo, um trabalhador metalúrgico numa montadora não pode receber um salário inferior ao piso salarial da categoria, mas se a montadora terceirizar sua função, não tem mais piso salarial e o patrão vai pagar o que quiser.

Isso vai acontecer em todas as categorias, seja nas empresas privadas ou no serviço público. Os patrões vão demitir para contratar depois com um salário ainda menor e com menos direitos. É por isso que os patrões e os meios de comunicação que servem a eles mentem descaradamente ao dizer que a liberação geral da terceirização vai gerar empregos. Vai gerar é mais demissões e mais arrocho, pois os salários vão ser ainda piores.

E os direitos vão para o ralo: pois junto com o projeto que libera geral a terceirização, a Câmara dos deputados ampliou o período de contratações temporárias para um ano.

Nesse período de contratação temporária, não há nenhuma garantia de direitos: por exemplo, hoje pela legislação trabalhista, o patrão não pode demitir uma trabalhadora grávida, pois ela tem estabilidade de gestante e direito a licença maternidade, se um/a trabalhador/as sofrer um acidente de trabalho e for afastado ele tem pelo menos 1 ano de estabilidade. Mas se a contratação for temporária, não têm nenhum desses direitos, vão demitir a trabalhadora grávida, o/a trabalhador/a que sofreu acidente ou adoeceu no local de trabalho. Isso significa que os patrões vão se utilizar ainda mais da rotatividade, ou seja, vão demitir e usar dos contratos temporários para não respeitar direitos. leia mais

Emanoel Melato

Emanuel Melato: A classe trabalhadora, do mesmo jeito que já construiu grandes organizações, vai saber superar esse momento também, pra gente poder retomar a discussão da questão do Estado capitalista, pra quem ele serve.

Entrevista de Emanuel Melato, dirigente sindical dos metalúrgicos de Campinas e membro da coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora para Intervozes.

Eduardo Stotz/Intervozes – Na sua visão, qual a situação econômica, a situação material por assim dizer, em que se encontram os trabalhadores?

Emanuel Melato - Primeiro que, em termos de situação econômica, nós podemos dizer que hoje a gente está um pouco pior do que estava há três anos. Existe uma situação no país na qual os trabalhadores, no último período, se endividaram ao extremo por conta da política de consumo a que fomos submetidos. E esse endividamento extremo leva ao fato de que uma boa parte da classe trabalhadora hoje esteja pagando ou um carro, ou uma casa, ou alguns gastos, ou até pagando a comida no cartão de crédito. Então existe um endividamento muito grande, e isso somado à questão de desemprego altíssimo faz com que os trabalhadores estejam mais ou menos nesse momento, de certa forma, recuados em relação às suas reivindicações. Assim como quando os antigos colonos ficavam devendo para o dono da fazenda e todos os seus ganhos, salários, não fossem suficientes para chegar ao final do mês.

Eduardo Stotz/Intervozes – E, nesse sentido, qual é o balanço que você faz das campanhas salariais até o momento?

Emanuel Melato - O problema das campanhas salariais que estão ocorrendo nos últimos anos é que, por conta desse endividamento que foi provocado por políticas do Estado no sentido de produzir mais apostando num consumo interno, tais campanhas hoje têm agradado aos patrões do país. Primeiro, porque uma boa parte das campanhas não repõe nem as perdas inflacionárias, e você não consegue ter um aumento real de salário que supere o INPC, que é o menor índice para a reposição da inflação que existe no país. E ao mesmo tempo atendem a uma coisa que os empresários buscam há muito tempo, que é você ter um salário variável e não um salário fixo e, nesse sentido, as campanhas acabam se inserindo nessa lógica, na discussão da participação no lucro, onde os trabalhadores se mobilizam porque acaba entrando um dinheirinho mais rápido, que não é dividido mês a mês, e vai direto cobrir o rombo nas contas bancárias, cobrir empréstimos. Mas se esquecendo de que todas as vezes que você não tem uma reposição da inflação e não consegue um aumento real de salário, essa “Participação nos Lucros e Resultados” (PLR) desaparece no 13º, nas férias, na aposentadoria. Então está se criando, nesse momento, uma situação que no futuro levará esses trabalhadores a ter uma situação ainda pior.

Eduardo Stotz/Intervozes – Isso significa também que o piso salarial dos trabalhadores está se mantendo em baixa?

Emanuel Melato - Olha, por exemplo, se você pegar agora os metalúrgicos que estão numa discussão de campanha salarial, ao mesmo tempo em que tem uma pauta de reinvindicação dos trabalhadores, vem outra pauta dos empresários; e a pauta dos empresários prevê o quê? Que não haja uma recomposição da inflação total, que haja um congelamento do piso salarial. Você tem uma crise política e econômica, uma alimentando a outra, e mesmo sem a gente ter uma crise internacional, no sentido da crise cíclica do capital, você tem uma crise no país que está perdurando por algum tempo. Então, nesse aspecto, a reivindicação dos empresários é que haja congelamento e rebaixamento do piso. Além de tudo isso, existe muito desemprego crescente por conta dessa situação que não é culpa dos trabalhadores, mas uma situação colocada no país. Daí que, mesmo sem essa reivindicação deles, isso é uma coisa que já acontece há anos. Você tem um reajuste salarial durante a campanha, e mesmo que se consiga um aumento real de salário, por rotatividade eles conseguem demitir aqueles que ganham mais e contratar pessoas que ganham menos. E, depois, todos os demitidos são recontratados com salários menores. O nível de rotatividade nas principais empresas do país chega a 20%; é muito grande. Isso vem acontecendo em nosso país a longa data. leia mais

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INTERSINDICAL – 10 ANOS DE CONSOLIDAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE LUTA E ORGANIZAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA SEGUIR FIRMES COM NOSSA CLASSE CONTRA O CAPITAL E SEU ESTADO

Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

Nos reunimos na cidade de Campinas/SP nos dias 03 e 04 de dezembro, metalúrgicos, sapateiros, têxteis, trabalhadores na indústria da alimentação, químicos, operários na construção civil, trabalhadores da alimentação, bancários, radialistas, trabalhadores no saneamento, nos correios, professores, trabalhadores do Estado, trabalhadores em empresas terceirizadas, vindos das intensas batalhas em todas as regiões do país. Juntos nesse Encontro vários estudantes que estiveram firmes nas ocupações das escolas e mais do que isso: no processo de luta e lado a lado sabem que são trabalhadores em formação e por isso têm estado presentes em várias lutas juntos conosco.

Não em nome da classe, mas junto à classe mantivemos e ampliamos nossas trincheiras, colocando na prática nossos princípios de independência em relação ao Capital e seu Estado, organizando a luta a partir dos locais onde a exploração acontece.

Durante toda essa década de construção, dissemos NÃO a decretação de instrumentos que tentam em nome da classe, mas não construindo a partir da base a organização da classe trabalhadora para enfrentar o ataque dos patrões e seus governos. leia mais