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JUNTOS NA LUTA DOS PETROLEIROS

Do portal da Intersindical, instrumento de luta e organização da classe trabalhadora

É GREVE EM DEFESA DO EMPREGO, DOS DIREITOS E CONTRA A PRIVATIZAÇÃO

Os petroleiros iniciaram greve no dia 01 de fevereiro, a luta é contra a privatização e as demissões que já começaram, a partir do anúncio do fechamento da FAFEM – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná, instalada em Araucária, cidade que fica na região metropolitana de Curitiba.

A greve a cada dia se fortalece, já está presente em mais de 10 estados e atinge refinarias, plataformas, terminais e também setores administrativos, uma luta que deve ser do conjunto dos trabalhadores, pois é uma luta contra o plano do governo Bolsonaro que quer entregar tudo que possa se tornar mercadoria rentável para o Capital, é o que quer fazer com a Petrobrás, com os Correios e tantas outras empresas estatais, o resultado disso será demissões em massa, mais arrocho e miséria.

Junto a seu plano de privatizações, o governo Bolsonaro avança no sucateamento do conjunto dos serviços públicos, corta os devidos investimentos em saúde, educação, saneamento e ataca os servidores que atendem diretamente à população trabalhadora.

Estamos juntos em mais essa importante luta, uma luta que é do conjunto da classe trabalhadora.

Foi dia de greve geral em defesa da previdência, contra os ataques do governo Bolsonaro aos nossos direitos

Paralisações da produção e circulação de mercadorias, manifestações nas ruas em todas as regiões do país, marcaram mais esse importante dia de luta da classe trabalhadora

Do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

A madrugada do dia 14 de junho começou com os trabalhadores se colocando em movimento em defesa da Previdência Pública e a Seguridade Social, contra os cortes na educação, contra os ataques do governo Bolsonaro que quer exterminar os direitos da classe trabalhadora.

Em todas as regiões do país, metalúrgicos, trabalhadores em transporte, operários têxteis, professores, bancários, sapateiros, servidores públicos, radialistas se colocaram em movimento, que foram desde atraso à paralisação de 24 horas.

A Greve Geral de hoje, marcou que os trabalhadores mais do que avançar na compreensão do que significa a proposta do governo Bolsonaro contra a Previdência e toda a sua política que vai ter como resultado aumentar as demissões e a miséria e diminuir os direitos e salários, os trabalhadores também avançam na mobilização em defesa dos direitos.

O dia foi intenso e repleto das bandeiras vermelhas que mais do que um símbolo, marcam a nossa resistência e luta.  O dia mostrou que são só os trabalhadores em luta que podem derrotar os ataques dos patrões e dos governos. Somos nós que produzimos todas as mercadorias, somos nós que as fazemos circular, somos nós que atendemos nos serviços públicos, somos nós que socializamos o saber. Somos nós que produzimos a riqueza, somos nós e não nenhum patrão e governo que garantiram direitos, fomos nós com nossa luta que garantimos os direitos que eles tentam arrancar.

As manifestações contra os ataques do governo Bolsonaro se transformaram em grandes atos de rua no mês de maio reunindo centenas de milhares e a Greve geral do dia de hoje mostra que a luta não só vai continuar, como vai se ampliar.

A Intersindical esteve presente na organização desse importante dia de Greve Geral dos trabalhadores e seguimos firmes na ampliação dessa luta que vai se ampliar em greves maiores e mais intensas. Vamos seguir avançando na organização da luta em cada local de trabalho, estudo e moradia e na construção da unidade de ação com as Centrais e Organizações que estejam dispostas a lutar para derrotar essa desumana reforma da Previdência. leia mais

Preste atenção: dia 14 é dia de ir para rua lutar é dia de greve geral em defesa dos direitos

Do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

Dia 14 não é dia de trabalhar para o patrão, é dia de ir pra rua lutar. É preciso lutar contra a política desse governo que está a serviço de aumentar as demissões, retirar direitos, acabar com a aposentadoria, destruir a educação, a saúde e assistência social.

Em todas as regiões do país, os trabalhadores das mais diversas categorias já decidiram que vão parar no dia 14 de junho. Ônibus, trens e metros não vão circular, pois os trabalhadores nos transportes vão parar em defesa dos direitos. Metalúrgicos, químicos, sapateiros, têxteis e tantos outros operários também vão começar o dia 14 não produzindo mercadoria para o patrão, mas em luta em defesa da aposentadoria.

Servidores públicos nas escolas, saúde, previdência, assistência social, carteiros, estarão na luta não só por seus direitos e empregos, mas em defesa dos serviços públicos e de qualidade para o conjunto da classe trabalhadora.

Então se liga e faça parte dessa luta. Se você quer um futuro melhor pra si e para aqueles que fazem parte da sua vida, o futuro se faz na luta que acontece agora.

Não adianta se preocupar em perder um dia de trabalho, porque se você não for para a luta agora, é mais do que um dia de trabalho que vai perder. Vai perder direitos, vai perder sua aposentadoria e também seu emprego.

Converse com seus amigos e familiares, se organize e participe da GREVE GERAL, faça sua parte na luta por melhores condições de vida e trabalho. leia mais

Acabar com os direitos e com o pouco do que resta na educação e na saúde

Do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

 

Diminuir o Orçamento das Universidades Federais significa tirar dos trabalhadores para botar nas mãos da burguesia e de seus capachos no Estado

O governo Bolsonaro, através do Ministério da Educação anunciou o corte de 30% do Orçamento destinado para as Universidades federais, isso significa num curto prazo de tempo inviabilizar estudos de qualidade, pesquisa e também o atendimento nos Hospitais Universitários. O corte em várias Universidades já e maior do que os 30% que já inviabilizam várias ações das Universidades e Institutos Federais.

Trabalhadores em empresas terceirizadas que prestam serviços nas Universidades serão demitidos em massa, estudantes vindos de várias regiões distantes não terão condições de se manter, pesquisas científicas que podem colaborar na evolução e melhora das condições de vida e trabalho da população trabalhadora serão paralisadas.

E além disso e muito grave, milhares de pessoas que fazem tratamento e são atendidas nos Hospitais Universitários ficaram à mercê desse governo desumano que quer tirar de quem quase nada tem e forrar as mãos dos deputados e senadores para aprovar a reforma da Previdência que agrada a burguesia.

O que o governo Bolsonaro faz é piorar ainda mais a situação já precária das Universidades e Institutos Federais que há tempos vêm sofrendo com os cortes de verbas e quem perde é conjunto da nossa classe. Além de atingir professores, servidores que trabalham nesses espaços, atinge trabalhadores em empresas terceirizadas, alunos e também o conjunto da população trabalhadora que busca os serviços prestados pelas Universidades.

Ao mesmo tempo em que corta o orçamento de serviços essenciais como na Saúde e na Educação, Bolsonaro promete para os deputados que votarem em sua desumana reforma da Previdência, R$40 milhões em emendas parlamentares.

Quem faz balbúrdia é esse governo de ódio contra os pobres: a justificativa absurda do atual ministro da Educação, Abraham Weintraub para cortar o orçamento das Universidades é a de que, segundo a visão desse ministro preconceituoso e desprovido de conhecimento, as Universidades são espaço de balburdia, de muitos seminários e nada de resultados. leia mais