Novo Germinal: Educação e luta de classes, as armadilhas idealistas. Entrevista com Lígia Klein

O #DEBATEPAPO desta quinta-feira, 14/10, traz a professora Lígia Klein pra falar sobre “Educação e luta de classes: as armadilhas idealistas”

A Professora Lígia é uma referência na área da Educação, professora aposentada da UFPR, Mestra e Doutora pela PUC/SP, pós doutora pela UNICAMP, sob supervisão do professor Dermeval Salviani.

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Novo Germinal: Fatos & Crítica n°32. A Setembrada de Jair Bolsonaro e a situação dos trabalhadores. Entrevista com Eduardo Stotz e Glaudionor Barbosa

Nesta segunda-feira, dia 11/10, às 19h, no programa Segunda Opinião, os camaradas Glaudionor Barbosa e Eduardo Stotz apresentam o Boletim Fatos e Crítica Nº 32, do Centro de Estudos Victor Meyer (CVM).

A análise de conjuntura do CVM trata da Setembrada de Jair Bolsonaro e a situação da classe trabalhadora.

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Você encontra o texto do Boletim Fatos e Crítica no portal do CVM clicando no link: http://centrovictormeyer.org.br/fatos-critica-no-32-a-setembrada-de-jair-bolsonaro-e-a-situacao-dos-trabalhadores/

 

Novo Germinal: Cinco anos da ocupação de mil escolas contra a Reforma do Ensino Médio. Debatepapo com Andressa Fochesatto e Carlos Mandacaru

Em outubro de 2016, estudantes secundaristas de São José dos Pinhais (PR) puxaram um processo de luta contra a Reforma do Ensino Médio apresentada pelo Governo Michel Temer.

A ocupação da Escola Arnaldo Jansen deu início a um movimento que ocupou mais de mil escolas em poucas semanas e chegou a adiar a realização do Exame Nacional do Ensino Médio.

No #DEBATEPAPO de HOJE, às 19h, Andressa Fochessato e Mandacaru contam esta história – da qual participaram desde antes da primeira ocupação até o último despejo.

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Fatos & Crítica nº 32: A Setembrada de Jair Bolsonaro e a situação dos trabalhadores

 

 

 

No dia 7 de setembro, Jair Bolsonaro articulou uma tentativa de golpe de estado, curiosamente anunciada com bastante antecedência, cujo objetivo seria a instauração do estado de exceção. Ele contava, para isso, com o apoio da sua massa fascistoide de seguidores, a colaboração ativa das polícias militares estaduais e, no mínimo, a neutralidade ou simpatia das Forças Armadas.

Entretanto, o fracasso dessa intentona, reconhecido publicamente pelo capitão, não resultou na imputação de crime de responsabilidade nem na consequente instalação de um processo de impeachment, por atentado às “instituições democráticas”, como seria natural se a letra das leis burguesas fosse minimamente seguida.

Ao contrário, após as comemorações dos “democratas” em relação ao fiasco do Sete de Setembro, fez-se um pesado silêncio. É que o capitão ainda tem, para a burguesia, um papel a cumprir, considerando as firmes posições de seu governo contra os interesses da classe trabalhadora.

Por isso podemos dizer que o fracasso da “setembrada bolsonarista” não alterará em nada a ofensiva dos capitalistas contra os trabalhadores, ofensiva que se observa pela análise dos resultados das atuais campanhas salariais.

 

A intentona golpista de Jair Bolsonaro

A tentativa golpista tem seus antecedentes. Em muitas oportunidades, Bolsonaro ameaçou virar a mesa da institucionalidade burguesa e dar um golpe para enquadrar os demais poderes e instaurar a sua ditadura pessoal. Em abril de 2020, fez discurso pregando o golpe diante do quartel general do Exército; no mês de agosto passado, patrocinou um desfile de tanques da Marinha, para amedrontar parlamentares que iriam decidir sobre o futuro do voto impresso. Porém jamais foi tão longe quanto nas manifestações de extrema direita do Sete de Setembro. leia mais

Novo Germinal: A atualidade do pensamento de Marx sobre o Estado. Entrevista com Jean Menezes

No programa Segunda Opinião desta segunda-feira, dia 04/10, às 19h, o historiador Jean Menezes fala sobre a atualidade do pensamento de Marx em relação ao que esperar do Estado, em tempos de crise.

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