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É preciso lutar contra o que representa a candidatura de Bolsonaro: a aumento da violência e da retirada de direitos contra a classe trabalhadora. O voto é 13 sem nenhum apoio ao PT

do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

O VOTO É 13 PARA SE CONTRAPOR AO FASCISMO E FORTALECER A LUTA CONTRA TODOS OS GOVERNOS QUE ATACAM DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA.

As saídas impostas pelo Capital para superação de mais uma de suas crises periódicas mostram que a brutalidade contra a classe trabalhadora só aumenta: milhões de desempregados, miséria, retirada de direitos, arrocho salarial, violência e morte contra os jovens e a população trabalhadora – principalmente nas periferias.

As saídas impostas pelo Capital, principalmente através do Estado, seja no Executivo, ou como no Congresso Nacional, através da PEC de congelamento dos gastos públicos em saúde, educação, segurança, assistência social; da liberação geral da terceirização, e da reforma trabalhista, que além de diminuir salários e direitos, mantém as demissões, vieram acompanhadas de uma grande crise política, muito bem aproveitada pelos detentores do poder econômico.

Quando a burguesia instalada no Brasil decidiu trocar seu gerente na máquina do Estado, além do impeachment de Dilma, o que fizeram foi mais do que liberar sua direita raivosa à ir para as ruas gritar por intervenção militar, carregaram suas armas ideológicas para submeter os trabalhadores a ver a superficialidade e estagnar tanto sua compreensão da realidade, como sua consciência de classe. leia mais

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Redução de direitos e salários, mais violência e miséria

Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

Quem tem que dar duro todos os dias para garantir comida, moradia e estudo vive dias muito difíceis.

Enquanto a vida das mulheres, dos jovens, do conjunto dos trabalhadores está cada vez mais difícil, para os empresários, os lucros voltam a crescer na exata medida que eles aumentam as demissões, retiram direitos e diminuem os salários. Conseguiram isso com sua reforma trabalhista que foi aprovada pelo governo Temer e pela maioria dos deputados e senadores que estão em Brasília.

A miséria aumenta, as mortes nas periferias também, sendo que a maior parte por causa da repressão da Polícia Militar. E depois do congelamento dos gastos do Estado, o que já estava muito ruim na saúde e na educação piorou. Pessoas vão para os hospitais e não conseguem atendimento e nas escolas até merenda falta. leia mais

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Fatos & Crítica nº 18: Faca, fuzis e a resposta dos trabalhadores no presente cenário eleitoral

A faca que feriu o candidato da extrema-direita Bolsonaro, provocou consequências políticas. Excluindo-se o próprio esfaqueado, a primeira vítima do mal esclarecido incidente foi a propaganda eleitoral do candidato favorito da burguesia e membro da Opus Dei, Geraldo Alckmin, que tinha como alvo de suas críticas a retórica violenta do militar. Tendo que arquivar essa propaganda e centrar o discurso nas suas realizações como administrador, o político do PSDB vem assistindo à desidratação da sua candidatura nas pesquisas eleitorais, apesar do enorme tempo que tem na propaganda gratuita na televisão. leia mais

Ipatinga Usiminas

Mais um atentado contra a vida provocado pela Usiminas

Do portal da INTERSINDICAL – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

No dia de hoje um gasômetro explodiu dentro da usina de Ipatinga/MG deixando dezenas de feridos e centenas que moram na cidade expostos a gás tóxico.

Dois dias se passaram da morte do companheiro Luis Fernando, vítima das condições assassinas de trabalho e a Usiminas provoca mais uma tragédia, dessa vez foi a explosão de parte de um dos gasômetros que deixou dezenas de feridos dentro da usina, espalhou gás pela cidade e provocou tremor em vários bairros de Ipatinga. O pânico se espalhou dentro e fora da Usiminas por causa da violenta explosão e do vazamento de gás que aconteceu hoje, 10 de agosto.

Na véspera dessa tragédia, o presidente da empresa novamente desrespeitou os trabalhadores, ao dizer que “a integridade física das pessoas é valor fundamental para Usiminas” aonde isso? Se a realidade mostra equipamentos de segurança sucateados e nenhuma proteção coletiva aos trabalhadores. O desrespeito é tão grande que tanto o presidente da empresa como seus chefetes tentam colocar nas costas dos trabalhadores a responsabilidade pela segurança.

Não há como prevenir acidentes ou trabalhar de forma segura se todos os procedimentos que os trabalhadores são obrigados a realizar são em condições cada vez piores de trabalho. leia mais