Acabar com os direitos e com o pouco do que resta na educação e na saúde

Do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

 

Diminuir o Orçamento das Universidades Federais significa tirar dos trabalhadores para botar nas mãos da burguesia e de seus capachos no Estado

O governo Bolsonaro, através do Ministério da Educação anunciou o corte de 30% do Orçamento destinado para as Universidades federais, isso significa num curto prazo de tempo inviabilizar estudos de qualidade, pesquisa e também o atendimento nos Hospitais Universitários. O corte em várias Universidades já e maior do que os 30% que já inviabilizam várias ações das Universidades e Institutos Federais.

Trabalhadores em empresas terceirizadas que prestam serviços nas Universidades serão demitidos em massa, estudantes vindos de várias regiões distantes não terão condições de se manter, pesquisas científicas que podem colaborar na evolução e melhora das condições de vida e trabalho da população trabalhadora serão paralisadas.

E além disso e muito grave, milhares de pessoas que fazem tratamento e são atendidas nos Hospitais Universitários ficaram à mercê desse governo desumano que quer tirar de quem quase nada tem e forrar as mãos dos deputados e senadores para aprovar a reforma da Previdência que agrada a burguesia.

O que o governo Bolsonaro faz é piorar ainda mais a situação já precária das Universidades e Institutos Federais que há tempos vêm sofrendo com os cortes de verbas e quem perde é conjunto da nossa classe. Além de atingir professores, servidores que trabalham nesses espaços, atinge trabalhadores em empresas terceirizadas, alunos e também o conjunto da população trabalhadora que busca os serviços prestados pelas Universidades.

Ao mesmo tempo em que corta o orçamento de serviços essenciais como na Saúde e na Educação, Bolsonaro promete para os deputados que votarem em sua desumana reforma da Previdência, R$40 milhões em emendas parlamentares.

Quem faz balbúrdia é esse governo de ódio contra os pobres: a justificativa absurda do atual ministro da Educação, Abraham Weintraub para cortar o orçamento das Universidades é a de que, segundo a visão desse ministro preconceituoso e desprovido de conhecimento, as Universidades são espaço de balburdia, de muitos seminários e nada de resultados. leia mais

BOLSONARO ESPARRAMA R$ 40 MILHÕES NAS MÃOS DOS DEPUTADOS PARA ACABAR COM A APOSENTADORIA DOS TRABALHADORES PARA ENFRENTAR MAIS ESSE ATAQUE AOS DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA É HORA DE GREVE GERAL

Do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

 

O governo Bolsonaro para tentar acabar com aposentadorias que em sua grande maioria são no valor de um salário mínimo, para obrigar os trabalhadores a trabalhar até morrer ou morrer de fome porque não conseguem emprego e nem aposentadoria, prometeu distribuir a cada deputado R$ 40 milhões em emendas parlamentares para tentar aprovar sua desumana reforma da Previdência.

A distribuição de cargos no governo para os indicados dos parlamentares e a promessa dos R$ 40 milhões em emendas para os deputados que o apoiarem se deu às vésperas da votação da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

A desumana reforma de Bolsonaro que quer aumentar ainda mais a idade para aposentadoria e diminuir os valores pagos é na realidade impedir que os trabalhadores consigam se aposentar.

A proposta do governo que aumenta para 65 anos de idade para homens e 62 para mulheres e exige no mínimo 40 anos de contribuição, obriga os trabalhadores a trabalhar quase mais uma década e vão trabalhar aonde? Se para o patrão quem tem mais de 40 anos já está velho para trabalhar e para o governo quem tem menos 65 anos é novo para se aposentar.

O candidato que dizia que ia combater o toma lá dá cá no Congresso, que dizia que aumentar a idade para aposentadoria era um ato desumano, escancara seu ódio contra a classe trabalhadora e revela a cada dia que sua “nova política” é a velha política de comprar votos para tentar aprovar a desumana reforma da Previdência que significa arrancar direitos dos trabalhadores e acabar com o acesso a benefícios básicos da Previdência aos mais pobres.

Enquanto quer acabar com direitos de quem quase nada tem, o governo Bolsonaro mantém os privilégios dos deputados, senadores, juízes e militares e mantém o calote dos patrões à Previdência.

PARA BARRAR A REFORMA É HORA DE GREVE GERAL: mais dos que as pesquisas que mostram que a maioria da população trabalhadora é contra a reforma da Previdência, a indignação contra os ataques aos direitos aumenta a cada dia, agora é hora de transformar a indignação em movimento, é hora de construir a GREVE GERAL para impedir essa reforma, pois é só na luta que vamos barrar o massacre aos direitos do conjunto da classe trabalhadora.

NO BRASIL E NO MUNDO TODO, A CLASSE TRABALHADORA FORTALECE A LUTA CONTRA O ATAQUE DO CAPITAL E SEUS GOVERNOS

Do portal da Intersindical – Instrumento de Organização e Luta da Classe Trabalhadora

No Brasil, o Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora foi marcado pela luta contra a desumana reforma da Previdência de Bolsonaro.

É GREVE GERAL DIA 14 DE JUNHO EM DEFESA DOS DIREITOS

O Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora foi marcado por intensas manifestações que reuniram milhões de trabalhadores pelo mundo afora. Mudam os países que tentam nos dividir pelas cercas das nações, mas os ataques são os mesmos ao conjunto da classe trabalhadora: reformas da Previdência, ataques às aposentadorias, redução de direitos e salários, mais demissões, miséria e violência.

No Brasil em todos as regiões do país, o 1֩ de Maio foi marcado pela luta contra os ataques do governo Bolsonaro, que destila seu ódio de classe contra os trabalhadores, um governo que ataca direitos e a vida da classe trabalhadora.

O dia de hoje impulsiona a organização da greve geral marcada para o dia 14 de junho, pois é só parando a produção e a circulação de mercadorias que vamos barrar os ataques aos direitos. O 1 ֩ de Maio é o dia que marca a história de luta da classe trabalhadora, gerações que vieram antes de nós lutaram muito para garantir os direitos que temos hoje, é continuando e fortalecendo essa luta que vamos manter e ampliar os direitos para essa e para as futuras gerações.

VIVA O 1º DE MAIO. VIVA A LUTA INTERNACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA.

É GREVE GERAL PARA BARRAR A DESUMANA REFORMA DA PREVIDÊNCIA.

Campanha de doação das publicações do CVM

Companheir@s, 

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Como disse o poeta Thiago de Mello: “Faz escuro, mas, eu canto!” 


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Pery Falcón
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