Arquivo da categoria: Movimento sindical

O Mato Grosso também começou a avermelhar

Acabou as 5:30 da manhã de hoje a apuração da eleição do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Mato Grosso.

Os últimos três anos foi o tempo de ampliação do trabalho de organização na base, de percorrer o estado, nos mais distantes lugares do Mato Grosso, de estar junto com a categoria nas lutas que os pelegos à serviço da ECT se recusavam a organizar. leia mais

Intersindical começa a madrugada de 11 de julho parando a produção

Começamos o dia 11 de julho nos lugares “sagrados para o Capital e seu Estado”, fomos onde sempre estamos: aos locais de trabalho e PARAMOS A FONTE DE LUCRO DO PATRÃO: paramos a produção e vários serviços, colocando nossa pauta por inteira e denunciando o oportunismo e parceria com os patrões e o governo da maioria das centrais sindicais.

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Usiminas: Chapa de Oposição da Intersindical vence as eleições!

Terminou na noite de ontem a apuração dos votos das eleições do Sindipa. A CHAPA 2 organizada pela Intersindical derrotou os pelegos e a Usiminas nesse processo que envolveu o conjunto dos metalúrgicos.

Um momento histórico para região do Vale do Aço, pois foram décadas de parceria com os patrões onde direitos dos metalúrgicos foram reduzidos, salários foram arrochados enquanto os pelegos se beneficiavam dos conchavos com os patrões. leia mais

A respeito do lay off na Mercedes Benz: uma matéria e um comentário crítico

Mercedez-Benz e Sindicato dos Metalúrgicos entram em acordo e contratos de 484 trabalhadores são prorrogados

São Paulo – Após negociações com representantes dos trabalhadores, a Mercedes-Benz decidiu prorrogar os contratos de 484 trabalhadores da empresa em São Bernardo do Campo (SP). A informação foi divulgada hoje (12), à tarde, pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e confirmada à Agência Brasil pela empresa. leia mais

Notas sobre o momento histórico atual (2012): II – Tendências e desafios do movimento sindical brasileiro

1. A retomada do crescimento da economia capitalista no país, mais acelerada desde 2007, propiciou, ao lado do aumento de postos de trabalho, uma redução do mercado informal de trabalho e, portanto, do exército industrial de reserva. Na medida em que esse processo de retomada se deu com uso da capacidade instalada e não mediante novos investimentos, e das formas de organização vigentes nas grandes empresas desde metade da década de 1990, a elevação da taxa de emprego aumentou o poder de barganha dos trabalhadores nas campanhas salariais e possibilitou aumentos reais de salários. Na categoria da construção civil, porém, os aumentos e alguns benefícios sociais foram o resultado de mobilizações de base, obtidos mediante rebeliões em grandes canteiros de obras que se alastraram pelo país. leia mais