Arquivo da tag: Desemprego

Rosa Luxemburgo: Desempregado!

Apesar dos 109 anos decorridos desde a publicação original do artigo de Rosa Luxemburgo disponibilizado neste portal (texto a seguir), sua atualidade impressiona. Escrito [1] na véspera da Primeira das duas grandes guerras mundiais mais devastadoras da história da humanidade, o artigo situa o desemprego e a fome enquanto consequências inevitáveis do capitalismo. Se as transformações pelas quais passou o sistema capitalista são inegáveis, o capitalismo ainda é, porém, o mesmo. leia mais

As duras condições de vida e de trabalho das classes trabalhadoras no Brasil atual. Resistir é preciso!

A situação da classe operária e das massas trabalhadoras no Brasil se agravou profundamente com as sucessivas crises econômicas dos últimos anos. Principalmente desde 2015, o mercado de trabalho brasileiro passa por uma profunda deterioração. E os patrões, para recuperar seus lucros e retomar a acumulação de seus capitais, aproveitam essa realidade para intensificar sua ofensiva de classe, com mais exploração e violência. leia mais

Os impactos iniciais dos primeiros seis meses da reforma trabalhista

Em mais um 1º de Maio, o trabalhador tem pouco ou quase nada a comemorar – e muito ou por quase tudo a lutar. Seja pelo persistente flagelo do desemprego, que voltou a crescer em plena “recuperação”(sic) econômica, como anunciou o IBGE no dia 27/04/2018[i]– e com ele a dura realidade da miséria, que só aumenta e se consolida[ii]. Seja, para aqueles que possuem a estranha sorte de estar na máquina de moer do capital, pelas condições precárias de trabalho e o cotidiano de exploração, aguçados e ainda mais legitimados pela última reforma trabalhista. leia mais

Fatos & Crítica 4: Roda da economia em marcha a ré, roda política em ponto morto

De outubro de 2014 a setembro de 2015 a economia brasileira revelou um quadro de crise econômica de gravidade inédita. Foram quatro trimestres seguidos de recessão no país. Depois de um crescimento anual pífio em 2014 (0,1%), as previsões de uma contração de 3,3% em 2015 e de outro encolhimento de 2% em 2016 revelam que os efeitos da crise de 2008, postergados por uma série de medidas “anticíclicas”, apresentam-se agora em toda a sua dimensão. leia mais