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Os Governos atacam direitos e tentam impedir a luta dos trabalhadores, mas não conseguem

Parar os locais de trabalho para barrar os ataques aos direitos da classe trabalhadora. Estamos em luta contra o Projeto da Terceirização dos patrões e contras as Medidas do governo Dilma que atacam o seguro-desemprego, o auxílio doença, as pensões.

Companheiros/as,

O governo Dilma tenta esconder que o rombo de mais de R$300 bilhões nas contas públicas foi provocado pela sua farta ajuda as multinacionais que se utilizaram desses recursos, para demitir, reestruturar os locais de trabalho aumentando a exploração contra os trabalhadores. leia mais

Ao Invés de lutar contra as demissões CUT, Força Sindical e UGT propõem a redução de salários

Os patrões nem precisaram pedir dessa vez, pois os pelegos já estavam a postos para mais uma rodada de pacto, que para os trabalhadores significa redução de salários e direitos.

É esse o significado do “Plano de Proteção ao Emprego” (PPE) que é na realidade o Plano de Proteção ao Empresariado, a proposta apresentada ao governo pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical e UGT. Pois pela proposta, quando as direções das empresas “avaliarem que estão em crise” poderiam junto com os sindicatos que representam os trabalhadores negociar acordos onde a jornada de trabalho seria reduzida desde que os salários também o fossem. [Nota do CVM: Clique aqui e leia a matéria sobre a PPE no Boletim de Conjuntura Nacional nº 10, do CVM] leia mais

Dia 29 de Maio: Ampliar a paralisação dos locais de trabalho contra o projeto da terceirização

Passos que potencializam a necessária greve geral.

Somos parte da organização de mais um Dia Nacional de Paralisação, dia 29 de Maio. Vamos ampliar as paralisações iniciadas no 15 de abril contra as medidas do governo Dilma que atacam direitos dos trabalhadores como o seguro-desemprego, o auxilio doença e as pensões. leia mais

No aniversário de 35 anos da greve de 1980, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemora com o patrão.

A memória do movimento operário não será apagada com eventos como esse promovido pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que demonstram abertamente a capitulação de lideranças sindicais cutistas para os braços do Capital e seu Estado. A greve dos metalúrgicos do ABC em 1980 foi de grande importante para a classe operária. Com duração de 41 dias e participação de cerca de 330 mil metalúrgicos, foi o momento em que o movimento sindical levou mais longe o enfrentamento com a estrutura sindical. leia mais