Carta aos companheir@s sobre a greve na CSN

A Carta do Novo Germinal, ora publicada neste portal, tem por objetivo refletir e debater a experiência da greve dos operários da CSN – motivo de artigos, vídeos e áudios, dos participantes da paralisação ou de seus apoiadores. A greve na CSN delineia, apesar do seu caráter localizado até o momento, uma tendência nacional, cujas limitações e possibilidades precisam ser compreendidas e assimiladas sob a perspectiva da independência política da classe operária. (mais…)

1° de maio é dia internacional de luta da classe trabalhadora

A Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora esteve presente na  construção dos atos classistas do 1° de Maio de 2022, reafirmando que é a luta direta dos trabalhadores e trabalhadoras que pode enfrentar os ataques do Capital e de seu Estado. (mais…)

Novo Germinal. Maio operário: e o ciclo de greves a partir de 1978

No Segunda Opinião desta segunda, 02/05, às 19h, damos início ao Maio Operário. Neste primeiro programa, trazemos Sebastião Neto, do IIEP (Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas), para falar sobre o Ciclo de Greves a partir de 1978, que impactou de forma definitiva a Ditadura Militar brasileira. Na bancada, Francisco Lyra, do Centro de Estudos Victor Meyer, contribui com o debate. Para assistir, clique no link e acione o lembrete.

Portugal 1974: Liquidação das conquistas democráticas

Neste 25 de abril em Portugal, há precisamente 48 anos, irrompia a Revolução dos Cravos.  Finalmente a ditadura de Salazar que vigorava  desde 1933 fora derrubada. A seguir  o CVM publica uma análise de Ernesto Martins (Érico Sachs) sobre este momento histórico, escrita originalmente para a Revista Marxismo Militante Nº 2 exterior em fevereiro de 1976. (CVM)

 

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O Segundo Pacto, concluído entre militares e representantes dos partidos políticos, deverá marcar a volta de Portugal a um regime democrático-parlamentar burguês. Embora os militares resguardassem o direito de intervenção política nos próximos quatro anos, o princípio da divisão dos poderes e o acesso dos políticos ao governo foram garantidos pelo Pacto. (mais…)

Marx e o Marxismo

O repentino desaparecimento de G. Haupt nos privou da possibilidade de dispor da reelaboração deste ensaio, prevista especialmente para a História do Marxismo (Ver: Eric Hobsbawm (org). História do Marxismo. Volume 1. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979, páginas 347-376.) Esta, portanto, é a primeira versão, que redigiu para o volume A Internacional Socialista da Comuna a Lenin, Turim 1978, e na qual apenas foram introduzidas algumas modificações, encontradas na última redação do manuscrito. (CVM)

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Os termos “marxista” e “marxismo” são conhecidos universalmente, empregados correntemente e às vezes usados sem muito critério. Alguns marxólogos chegaram a pôr em discussão a própria legitimidade desses termos; Maximilien Rubel, por exemplo, considerou-os “abusivos e injustificáveis”. Em particular, Engels, “o fundador”, é acusado por ele de ter “cometido o erro imperdoável de dar sua aprovação a essa excrescência”, de tê-la “sancionado com a sua autoridade”, pois, se tivesse oposto o seu veto, “este escândalo universal jamais se verificaria”.[1] (mais…)