Enquanto uma nova crise está em gestação, o Estado se coloca em movimento para atender aos interesses do Capital

As saídas da crise de 2008/2009 aumentou de maneira avassaladora a dívida dos Estados nacionais: empréstimos, incentivos fiscais, “estatização” de empresas privadas pelos governos, como foi no EUA em relação a General Motors, são exemplos das ações anticíclicas aplicadas pelo Estado para garantir ao Capital uma nova fase de recuperação e aumento de seus lucros. (mais…)

Nem o dia 13, nem o dia 15

FALAM EM NOSSO NOME. NEM PACTO COM A BURGUESIA, NEM DEFESA DO GOVERNO. NOSSA LUTA É NOS LOCAIS DE TRABALHO, MORADIA E ESTUDO CONTRA O PACOTE QUE ATACA OS DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA

O pacote do governo Dilma que ataca direitos da classe trabalhadora, como o seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença, pensão por morte, tem por objetivo atender as demandas do grande Capital. É o Estado agindo para cobrar dos trabalhadores a fatura que foi provocada por isenções fiscais, farta ajuda para as grandes empresas e bancos transformando a dívida privada do Capital em dívida pública. (mais…)

8 de março – sem as mulheres a luta fica pela metade e sem a classe trabalhadora a luta não avança

EM MOVIMENTO POR NENHUM DIREITO A MENOS E PARA AVANÇAR RUMO A NOVAS CONQUISTAS

Mais um 8 de março onde em nosso locais de trabalho, estudo e moradia lutamos lado a lado com nossa classe contra os ataques do Capital e seu Estado. Somos metalúrgicas, sapateiras, operárias têxteis, professoras, bancárias, radialistas, servidoras públicas, trabalhadoras de diversas categorias que juntas aos nossos,de nossa classe estamos nas assembleias, greves, passeatas em luta por nenhum direito a menos e para avançar rumo a novas conquistas. (mais…)

Marx contra a opressão das mulheres

Com efeito, Sobre o suicídio de Marx é uma das mais poderosas peças de acusação à opressão contra as mulheres já publicadas. Três dos quatro casos de suicídio mencionados nos extratos se referem a mulheres vítimas do patriarcado ou, nas palavras de Marx, da tirania familiar, uma forma de poder arbitrário que não foi derrubada pela Revolução Francesa (Somente uma das quatro histórias de suicídio selecionadas por Marx concerne a um homem – um desempregado, ex-membro da Guarda Real). Entre elas, duas são mulheres “burguesas” e a outra, de origem popular, filha de um alfaiate. Mas o destino delas fora selado mais pelo seu gênero do que por sua classe social. (mais…)

Fatos & Crítica 2: Jogo de soma nula

Os últimos acontecimentos mostram um governo federal desgastado e sem capacidade de reação diante dos péssimos resultados econômicos, de uma campanha sistemática da mídia empresarial e, principalmente, das investigações da Operação Lava-Jato, que incriminam parlamentares da base aliada e do PT e se aproximam perigosamente do financiamento da campanha da própria Dilma.

Apesar de ter implantado o programa econômico do capital financeiro, deixando o câmbio flutuar, aumentando drasticamente os juros, os impostos e os preços administrados, cortando gastos sociais do seguro-desemprego e das pensões dos trabalhadores e prometendo a privatização parcial da Caixa Econômica, o governo não foi capaz de neutralizar a virulenta campanha da mídia empresarial, que alimenta as manifestações pelo impeachment lideradas pelos setores direitistas radicais da pequena-burguesia. (mais…)

Boletim de Conjuntura Nacional Nº 10: Crise de legitimidade política também será resolvida nas ruas

  1. A crise de legitimidade do governo Dilma Roussef

Os dois primeiros meses do segundo governo de Dilma Roussef que se completarão em 28 de fevereiro próximo foram marcados pela ampliação e aprofundamento da crise política que atinge as “alturas” do Estado burguês. As características da crise são: a divisão da coalizão PT-PMDB, com a decorrente perda de sustentação político parlamentar e o questionamento judicial do sistema político, incluindo a presidência da República, desencadeado pela Operação Lava-Jato da Polícia Federal contra a direção da Petrobrás. (mais…)