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Pressão dos trabalhadores obriga governo do Paraná a recuar e retirar pacotaço de tramitação

A classe trabalhadora paranaense impôs uma importante derrota ao capital e seu Estado nesta quinta-feira (12). A força e combatividade de trabalhadores da educação, da saúde, agentes penitenciários e de diversas categorias em greve, além de estudantes, forçaram o governador Beto Richa (PSBD) a voltar atrás e retirar da pauta de votação o ‘pacotaço’ que retira de direitos históricos dos servidores e permite que o estado acesse o fundo de previdência para cobrir gastos. leia mais

Trabalhadores em luta contra ‘pacotaço de austeridade’ ocupam a Assembleia Legislativa do Paraná

A luta contra o ‘pacotaço’ que retira direitos dos servidores estaduais teve um capítulo central nesta terça-feira (10). A mobilização de professores da rede estadual em greve, servidores das universidades estaduais, da saúde, agentes penitenciários e trabalhadores de outras categorias do funcionalismo público impediu a votação do pacote de medidas de austeridade do governo Beto Richa (PSDB) que prevê a retirada de direitos históricos dos servidores e permite ao estado acessar o fundo de previdência para cobrir gastos. leia mais

Intersindical: Ministério ao gosto do Capital, Pacote contra os Trabalhadores, Pacto social para tentar frear a luta de classes

Nossa tarefa é ampliar a luta para enfrentar os ataques contra a classe e avançar. Assim 2014 se encerra e 2015 se inicia.

Na última semana de 2014, o governo federal do PT coloca em movimento medidas para aprofundar seu compromisso em ser um governo capaz de gerenciar os interesses da burguesia. leia mais

Dilma ou Aécio? Direito de resposta a uma falsa questão. Ou: organizar as lutas da classe operária e dos trabalhadores.

O “debate” eleitoral passou ao largo das verdadeiras medidas econômicas e sociais que estão em discussão e deverão ser tomadas pelo governo a partir de 2015, seja ele qual for. Na verdade, não se discute se haverá ou não um ajuste recessivo, anti-trabalhador, mas “apenas” como este “ajuste” será operacionalizado, concretizado.

As eleições de 2014 tratam de atualizar o programa de classe da burguesia, numa conjuntura internacional marcada por um largo período de crise do imperialismo, desde 2007, sem sinais de reversão, com baixo crescimento econômico (quando muito!) nos principais países imperialistas e maior concorrência na economia mundial, com queda nos preços das commodities exportadas pelo Brasil e paralisia econômica no país. leia mais