Todos os posts de Coletivo CVM

Estagflação com novo patamar de exploração e miséria: a economia brasileira no final de 2021

Na última divulgação do IBGE, o PIB estagnou (-0,1%) no 3º trimestre. Somado ao resultado anterior, -0,4%, a economia brasileira entrou na dita “recessão técnica”. “As quedas são pequenas, mas o sinal é negativo”, revelou um espadachim da burguesiaOutra espadachim reforçou: “é um cenário muito ruim, de estagnação. Perdemos fôlego de forma muito rápida na saída da pandemia”. leia mais

Fatos & Crítica 34: A greve na General Motors em São Caetano do Sul: o que uma experiência isolada traz de ensinamentos para o futuro da luta operária?

Uma greve isolada num contexto de retração das lutas coletivas pode trazer ensinamentos de alcance geral, uteis para o desenvolvimento futuro da luta da classe operária?

Esta pergunta está implícita na greve dos metalúrgicos da General Motors em São Caetano do Sul, ocorrida entre 1 e 14 de outubro de 2021. Quer dizer, pode ser formulada a partir da experiência da paralisação, mesmo que os operários não tenham necessariamente plena consciência do alcance do movimento desencadeado por eles. leia mais

Novo Germinal: Fatos & Crítica 33: 2021, um ano marcado pela tragédia social. Entrevista com Eduardo Stotz

Nesta Segunda, 13/12, às 19h, no Programa Segunda Opinião, os camaradas do Centro de Estudos Victor Meyer Glaudionor Barbosa e Eduardo Stotz trazem o Boletim Fatos e Crítica nº 33. O tema desta análise de Conjuntura do CVM é “2021 – um ano marcado pela tragédia social”. Para assistir, clique no link e acione o lembrete.

Fatos & Crítica 33: 2021: um ano marcado pela tragédia social

Há doze meses este boletim previa que o ano de 2021 seria caracterizado pela ampliação da miséria, da fome e da doença no país. Infelizmente, a previsão se concretizou.

A pandemia vitimou 616 mil pessoas

No ano de 2020, já haviam morrido 195.000 pessoas pela pandemia do novo coronavírus, mas do início de 2021 até agora se somaram mais 421.000 vítimas a essa estatística, chegando-se à tenebrosa cifra de 616.000 mortos desde que a pandemia começou. leia mais