Todos os posts de Coletivo CVM

Não à farsa eleitoral

Agora que se aproxima o fim a campanha eleitoral para o Parlamento Europeu e vamos entrar no chamado “período de reflexão”, é altura de pensarmos se vale a pena dar o voto a algum dos partidos concorrentes.

Votar é escolher e aqui nada há a escolher. Então, para quê votar?

Se nesta campanha, como nas anteriores, não houve esclarecimento nem debate, nem confronto de programas, é porque não há nada a decidir. É porque tudo já está decidido há muito por quem não foi eleito – pelos grandes capitalistas, pelo BCE, ECOFIM, Comissão Europeia e pelos seus empregados nos grandes partidos, sem nos pedirem opinião. leia mais

Fatos & Crítica 47: O 1º de maio de 2024 e os desafios dos trabalhadores

Fiasco e fracasso foram palavras correntes usadas para explicar a escassa participação dos trabalhadores no 1º de Maio no Brasil deste ano. Um contraste com o que aconteceu no resto do mundo, com amplas manifestações nas quais a reivindicação de redução da jornada do trabalho levantada em 1889, quando a data passou a ser comemorada como dia internacional de luta dos trabalhadores tem sido retomada em vários países.   leia mais

A escravidão assalariada tem que acabar

Ainda que a muitos a expressão “escravidão assalariada” possa soar estranha – afinal o trabalhador que aluga sua força de trabalho em troca de um salário é um trabalhador livre e não um escravo – o texto a seguir a utiliza nos termos em que a apresentou Karl Marx em duas obras: Trabalho Assalariado e Capital (1849) e Salário, Preço e Lucro (1865). leia mais

Uma conversa sobre a atual situação na Palestina

Reproduzimos aqui em nosso portal especialmente para os nossos leitores um interessante diálogo (naturalmente fictício) sobre a situação atual na Palestina entre o Professor Moha Mud e seu colega Eurides Frates.

— Professor Moha Mud, boa noite. A impressão que eu tive de todo esse trágico processo para os palestinos, a ponto de correrem o risco desaparecem nesta região de Gaza, foi a de que Hamas e outras organizações associadas deram um tiro no pé. A essa altura será que ainda existem reféns? Se existirem seria o momento de liberta-los. Não lhe parece? leia mais