Nesta segunda-feira, 09/02, às 19h, no programa Segunda Opinião, recebemos o economista e professor Nildo Ouriques para tratar da crise da República burguesa e a alternativa socialista.
Para assistir, clique no link e acione a notificação:
Nesta segunda-feira, 09/02, às 19h, no programa Segunda Opinião, recebemos o economista e professor Nildo Ouriques para tratar da crise da República burguesa e a alternativa socialista.
Para assistir, clique no link e acione a notificação:
O que o/a leitor/a visualiza aqui é a apresentação do livro “As lutas operárias e sindicais dos metalúrgicos em São Bernardo (1977-1979), Volume 1”, de Luís Flávio Rainho e Oswaldo Martines Bargas.[*] Publicado no ano de 1983 pelo Fundo de Greve sob a denominação de FG/Associação Beneficente e Cultural dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, a obra constitui uma impressionante e densa descrição das greves de 1978 e 1979, indisponível para download na internet.[**] Os autores pretendiam escrever, na sequência, um segundo volume, dedicado à greve de 1980. Na medida em que o intento não se realizou, consideramos importante acrescentar alguns registros e observações sobre esta ultima greve. (mais…)
Nesta segunda, 02/02, às 19h, no programa Segunda Opinião, tratamos das consequências geopolíticas da pressão imperialista dos EUA sobre aliados e inimigos.
para assistir, clique no link:
Após o final da Segunda Guerra Mundial, o revolucionário alemão August Thalheimer utilizou o conceito de “cooperação antagônica” para descrever as relações entre os Estados Unidos e as antigas potências imperialistas dentro do chamado Bloco Ocidental. O conceito se assentava em dois pilares: a situação de destruição em que se encontravam as potências capitalistas após a guerra, com a exceção dos Estados Unidos, e a conformação do Bloco Socialista em torno da União Soviética. (mais…)
Hoje, o presidente dos EUA, Trump, discursa para os líderes políticos e econômicos do capitalismo mundial reunidos no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O principal tema em pauta é, surpreendentemente, a ilha ártica da Groenlândia.
Groenlândia? – Como surgiu esse nome para uma área que é quase toda coberta de gelo? Aparentemente, foi uma estratégia de marketing dos exploradores vikings que chegaram há mais de mil anos. Chamá-la de “verde” foi uma tentativa de atrair migrantes para a região. Ironicamente, a Groenlândia está se tornando mais verde devido às mudanças climáticas. Pesquisas recentes, publicadas em 2025, mostram que a camada de gelo da Groenlândia está derretendo rapidamente, permitindo que a vegetação se espalhe por áreas antes dominadas por neve e gelo. Nas últimas três décadas, estima-se que 11.000 milhas quadradas da camada de gelo e das geleiras da Groenlândia tenham derretido. Essa perda de gelo é um pouco maior que o estado de Massachusetts e representa cerca de 1,6% da cobertura total de gelo e geleiras da Groenlândia.
(mais…)
O Consenso de Washington foi um conjunto de dez recomendações de política econômica consideradas nas décadas de 1980 e 1990 como o pacote de reformas “padrão” promovido para países em desenvolvimento assolados por crises pelas instituições multilaterais de Washington, D.C., o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial . O termo “Consenso de Washington” foi usado pela primeira vez em 1989 pelo economista britânico John Williamson e serviu de base para políticas globais destinadas a promover os “mercados livres”, tanto interna quanto globalmente, bem como a reduzir o papel do Estado por meio da privatização e da “desregulamentação” dos mercados de trabalho e financeiros. A ideia era manter os gastos e déficits governamentais baixos e deixar o mercado funcionar. Na prática, o Consenso de Washington foi um conjunto de diretrizes econômicas para o que posteriormente foi chamado de economia “neoliberal”. (mais…)