NG: A crise da república burguesa e a alternativa socialista. Com Nildo Ouriques, Pery Falcon, Eliza Tieko Ionezo. Apresentação de Carlos Mandacaru

Nesta segunda-feira, 09/02, às 19h, no programa Segunda Opinião, recebemos o economista e professor Nildo Ouriques para tratar da crise da República burguesa e a alternativa socialista.

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O movimento operário e sindical no ABC entre 1977 e 1980: um capítulo de História do Brasil

O que o/a leitor/a visualiza aqui é a apresentação do livro “As lutas operárias e sindicais dos metalúrgicos em São Bernardo (1977-1979), Volume 1”, de Luís Flávio Rainho e Oswaldo Martines Bargas.[*] Publicado no ano de 1983 pelo Fundo de Greve sob a denominação de FG/Associação Beneficente e Cultural dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, a obra constitui uma impressionante e densa descrição das greves de 1978 e 1979, indisponível para download na internet.[**] Os autores pretendiam escrever, na sequência, um segundo volume, dedicado à greve de 1980. Na medida em que o intento não se realizou, consideramos importante acrescentar alguns registros e observações sobre esta ultima greve. (mais…)

NG: Crise na ordem do pós 2ª Guerra. A ação imperialista dos EUA contra aliados e inimigos for ao mundo a mudanças geopolíticas profundas. Com Eliza Yonezo e Chico Lyra. Apresentação de Mercedes Galvão e Carlos Mandacaru

Nesta segunda, 02/02, às 19h, no programa Segunda Opinião, tratamos das consequências geopolíticas da pressão imperialista dos EUA sobre aliados e inimigos.

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Fatos & Crítica 58: Fim da cooperação antagônica?

Após o final da Segunda Guerra Mundial, o revolucionário alemão August Thalheimer utilizou o conceito de “cooperação antagônica” para descrever as relações entre os Estados Unidos e as antigas potências imperialistas dentro do chamado Bloco Ocidental. O conceito se assentava em dois pilares: a situação de destruição em que se encontravam as potências capitalistas após a guerra, com a exceção dos Estados Unidos, e a conformação do Bloco Socialista em torno da União Soviética. (mais…)

De Monroe a Donroe, Groenlândia e Carney

Hoje, o presidente dos EUA, Trump, discursa para os líderes políticos e econômicos do capitalismo mundial reunidos no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O principal tema em pauta é, surpreendentemente, a ilha ártica da Groenlândia.

Groenlândia? – Como surgiu esse nome para uma área que é quase toda coberta de gelo? Aparentemente, foi uma estratégia de marketing dos exploradores vikings que chegaram há mais de mil anos. Chamá-la de “verde” foi uma tentativa de atrair migrantes para a região. Ironicamente, a Groenlândia está se tornando mais verde devido às mudanças climáticas. Pesquisas recentes, publicadas em 2025, mostram que a camada de gelo da Groenlândia está derretendo rapidamente, permitindo que a vegetação se espalhe por áreas antes dominadas por neve e gelo. Nas últimas três décadas, estima-se que 11.000 milhas quadradas da camada de gelo e das geleiras da Groenlândia tenham derretido. Essa perda de gelo é um pouco maior que o estado de Massachusetts e representa cerca de 1,6% da cobertura total de gelo e geleiras da Groenlândia.
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O consenso: de Washington a Londres

O Consenso de Washington foi um conjunto de dez recomendações de política econômica consideradas nas décadas de 1980 e 1990 como o pacote de reformas “padrão” promovido para  países em desenvolvimento assolados por crises   pelas instituições multilaterais de Washington, D.C., o  Fundo Monetário Internacional  (FMI) e o  Banco Mundial . O termo “Consenso de Washington” foi usado pela primeira vez em 1989 pelo economista britânico  John Williamson e serviu de base para políticas globais destinadas a promover os “mercados livres”, tanto interna quanto globalmente, bem como a reduzir o papel do Estado por meio da privatização e da “desregulamentação” dos mercados de trabalho e financeiros. A ideia era manter os gastos e déficits governamentais baixos e deixar o mercado funcionar. Na prática, o Consenso de Washington foi um conjunto de diretrizes econômicas para o que posteriormente foi chamado de economia “neoliberal”. (mais…)