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Um dia de luta aqui e no mundo todo! Aluta das mulheres trabalhadoras é a luta do conjunto dos trabalhadores!

Em todas as regiões do país e no mundo, as mulheres se colocaram em movimento contra os ataques do Capital e seus governos, que atingem as mulheres e o conjunto da classe trabalhadora. Mais do que denunciar as reformas dos patrões que querem acabar com direitos trabalhistas e atacar a Previdência, o 8 de Março é mais um dia que marca que é na luta que avançamos e garantimos direitos e é ampliando essa luta que começou com gerações que vieram antes de nós que vamos mantê-los. leia mais

Para impedir o fim dos direitos e garantir a previdência, é preciso ampliar a luta! Dia 19 de fevereiro: fortalecer a mobilização em cada local de trabalho

O governo Temer/PMDB tenta a todo custo completar seu plano de ataques à classe trabalhadora para atender os interesses da burguesia. Depois de, junto com o Congresso Nacional, impor uma reforma trabalhista que significa dar maiores e melhores condições para o Capital seguir com as demissões e a precarização das condições de trabalho, com jornadas flexíveis de acordo com seus interesses, permitindo a redução de direitos e salários, o governo busca agora coroar suas reformas acabando com a Previdência. leia mais

A atual reforma trabalhista e a luta de classes no Brasil – 2ª parte

Para aprimorar a análise e a resistência

Com a reforma aprovada, é preciso não só analisar os impactos imediatos e futuros para a luta de classes, mas também entender as razões pelas quais a resistência a esta não logrou êxito.

Em primeiro lugar, o reformismo, que hoje branda, na maior parte como blefe, contra a reforma, pouco tempo atrás era o elemento articulador da mesma. O Programa de Proteção ao Emprego (PPE)[1] costurado pelos sindicatos cutistas e o governo petista, no mesmo período dos documentos da CNI, foi o laboratório de tal reforma, reconhecido até mesmo no corpo da nova lei – mudando para o nome de Programa de Seguro-Emprego (PSE). leia mais

A atual reforma trabalhista e a luta de classes no Brasil – 1ª parte

A atual reforma trabalhista brasileira, aprovada e sancionada em 2017, é uma resposta explícita à conjuntura de crise por parte das diversas frações da burguesia[1]. Em seu discurso ideológico, a reforma visa, sobretudo, a retomada da economia, do emprego e da renda, ao elevar condições de produtividade e competitividade do país. Traduzindo para a classe operária: visa melhorar/retomar as condições para acumulação dos capitais resididos aqui via aumento da exploração e da dominação de classe. Em vez de uma mera resposta técnica, uma “atualização/modernização” da legislação trabalhista, como dizem os ideólogos de plantão, trata-se de um efeito claro da luta de classes. leia mais

Marxismo, uma filosofia da práxis para a revolução

O CVM publica a seguir um artigo Marxismo, uma filosofia da praxis para a revolução em homenagem a Jean Salem, morto na noite de sábado (13/01) para domingo aos 65 anos, o filósofo, professor de Filosofia da Universidade de Sorbonne, era um especialista de renome mundial em Demócrito, Epicuro e Lucrécio. Fiel aos ideais de Marx, ele denunciou a perda de pontos de referência de uma esquerda fascinada pelas sirenes liberais. Dentro de sua vasta obra, destaca-se o livro Lenin e a Revolução, um magnífico ensaio sobre a atualidade e a necessidade do leninismo. Jean Salem era filho do jornalista e revolucionário Henri Alleg, protagonista do comunismo argelino que combateu pela independência do seu país contra o colonialismo francês e denunciou as torturas e a repressão do regime imperialista.(CVM) leia mais