Todos os posts de Coletivo CVM

Novo Germinal: Oposições sindicais, tirando o pelego do sindicato. Entrevista com Nina Tonin e Mila

Muitas vezes, uma direção sindical burocratizada ou que representa os interesses do patrão é um forte obstáculo à reorganização operária. Diante desta realidade histórica, as oposições sindicais são formas históricas consagradas no Movimento Operário para reorganizar os trabalhadores em torno da luta por seus interesses de classe. “Tirar o pelego do sindicato” foi a palavra de ordem que moveu Aronildo Muller (o Mila) por alguns anos, na construção da oposição que veio a derrubar os pelegos do Sintracarnes Chapecó A mesma palavra de ordem move o trabalho desenvolvido por Nina Tonin junto à Oposição Metalúrgica de Gravataí. O #DEBATEPAPO desta quinta-feira, dia 08/07, debate a construção de oposições sindicais com estes dois quadros da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhador.

Novo Germinal entrevista com Angélica Novatto: o movimento operário e a crise no Brasil. Participação de Glaudionor Barbosa

Diante de anos de crise política e econômica no Brasil, como se comporta o movimento operário? Qual a postura das grandes centrais sindicais brasileiras, diante da crise? Onde está o corte de classe das manifestações #ForaBolsonaro? Nesta edição do Segunda Opinião, a Professora, sindicalista e militante Angélica Lovatto traz sua análise sobre estas questões, tão importantes neste momento de nossa história. Além de Angélica, o programa conta com a palavra abalizada do professor Glaudionor Barbosa, do Centro de Estudos Victor Meyer.

Partido Comunista Chinês: um partido de trabalhadores ou capitalistas?

Faz 100 anos desde que o Partido Comunista Chinês (PCC) foi formado pela primeira vez por apenas 50 membros, a maioria intelectuais, mas incluindo ferroviários e mineiros. 100 anos depois, o número oficial de membros é de 95 milhões e há 4,8 milhões de ramos do partido. Este é certamente o maior partido político que o mundo já viu. Um quarto dos membros tem menos de 35 anos; 29% são mulheres, ante 12% em 1949 e mais da metade dos membros têm diploma universitário (isso significa que metade não tem!). leia mais