PPE

Proposta para conter desemprego foi fechada pelo governo com previsão de pagamento de 15% dos salários com recursos do FAT

Em julho de 2014 o CVM já alertava para a armadilha do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), cujas negociações estavam em curso entre governo federal, representantes de empresários e trabalhadores. O Plano na verdade protege ao Capital em detrimento das condições de trabalho e obviamente salários. Naquela ocasião (tal como agora), a Força Sindical e a CUT mostravam-se favoráveis à medida. Nenhuma novidade, considerando o peleguismo cada vez mais convergente dessas duas centrais. - CVM

(A propósito do PPE, leia aqui o artigo do CVM, publicado em 14/07/2014: "Programa de Proteção ao Emprego ou ao Patrão?"

 

 

Murilo Rodrigues Alves – O Estado de S. Paulo

17 Junho 2015 | 21h 45
Proposta para conter desemprego foi fechada pelo governo com previsão de pagamento de 15% dos salários com recursos do FAT

BRASÍLIA – A área técnica do governo fechou a proposta do programa de redução da jornada de trabalho e de salários, que deve sair até o fim deste mês como medida para controlar o aumento do desemprego na indústria. Pelo desenho proposto, ao qual o Estado teve acesso, a jornada seria reduzida em 30%, mesmo porcentual que as empresas cortariam do salário. O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), porém, pagaria 15% do salário para o empregado.

Para os empregadores, a redução nos custos seria da ordem de 30%. Para os trabalhadores, o salário seria cortado em 15% porque contariam com o complemento do FAT, fundo responsável pelos pagamentos do seguro-desemprego e do abono salarial.

A proposta, batizada de Plano de Proteção ao Emprego (PPE), é vista com simpatia pelo Planalto e, principalmente, pela equipe econômica. As discussões foram comandadas pela Casa Civil, com apoio técnico do Ministério do Trabalho. Defensores da proposta consideram essencial colocá-la em prática para impedir o aumento do desemprego – a taxa de abril foi a maior em quatro anos. leia mais

Lenin Marx e Elgels

Anotações de Lenin sobre a correspondência entre Marx e Engels (1844-1883) e a questão do partido como vanguarda da classe operária

A Correspondência entre Marx e Engels que o (a) leitor(a) poderá ler, imprimir ou salvar como arquivo é uma co-edição da Pueblos Unidos (Montevidéu) e da Grijalbo (Barcelona) de 1976, esgotada. Trata-se de uma publicação, em língua espanhola, da edição russa do Instituto de Marxismo-Leninismo adjunto ao extinto Partido Comunista da União Soviética (PCUS).  A edição compõe-se da parte selecionada por Lenin de mais de 1.500 cartas publicadas em quatro volumes na Alemanha, em 1913.

Lenin estudou a Correspondência naquele ano, com a intenção de transformar suas anotações e trechos extraídos em um artigo, o que não aconteceu. Vale apontar o critério adotado por ele na seleção das cartas estudadas. Como observado no Prefácio do Instituto, a seleção adotada teve como referência a elaboração e desenvolvimento da estratégia e da tática revolucionária do então partido social-democrata russo. Esta é, a nosso ver, a única forma de estudar a obra de Marx e Engels, inclusive nos esboços que se encontram nas cartas trocadas em torno de temas de interesse comum. Para estudar é preciso ficar longe tanto do academicismo em que mergulhou “marxismo ocidental”, como o chamou Perry Anderson, ou, no extremo oposto, do dogmatismo, inclusive de esquerda, que, em nome da defesa dos princípios do marxismo, transformou a teoria em fraseologia.Para auxiliar o entendimento das condições históricas a que reportam as cartas de Marx e Engels, e, assim , contribuir para reduzir os riscos desses desvios, recomendamos a leitura do livro “Marx-Engels e a história do movimento operário”, de David Riazanov, resultado de nove conferências feitas a operários em Moscou, em 1923, traduzidas para a língua portuguesa no Brasil pela Editora Global, em 1984. Por se tratar de uma obra esgotada (que ainda pode ser obtida na Estante Virtual), uma alternativa para o estudo sugerido encontra-se nos capítulos do livro “A história do movimento trabalhista europeu”, de Wolfgang Abenroth, divulgados no portal do Centro de Estudos Victor Meyer [link]. leia mais

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Intersindical realiza paralisações e manifestações em várias regiões do país

Do site da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

A madrugada do dia 29 de maio começou com a mobilização dos trabalhadores pelo país afora contra as Medidas Provisórias do governo Dilma que atacam direitos e contra o PL 4330 sobre a terceirização.

A Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora participa ativamente desse Dia Nacional de Paralisação. Em várias regiões do país estivemos a frente de vários protestos. leia mais

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Falecimento da companheira Estrella Bohadana

O CVM lamenta o falecimento de Estrella Bohadana, que militou nas organizações Política Operária (Polop) e Partido Operário Comunista (POC).

Segundo a nota divulgada pela Comissão da Verdade do Rio (CEV-Rio), Estrella estava internada desde o dia 09/05 e faleceu na madrugada do dia 11/05/2015.

“Estrella foi presa em 1970, com apenas 19 anos, e levada ao antigo 1º BIB, em Barra Mansa/RJ. Passou ainda pelo DOI/CODI, na Rua Barão de Mesquita, onde foi barbaramente torturada e precisou ser internada no Hospital Central do Exército, onde continuou sendo interrogada e sofrendo torturas psicológicas. Em 1973, foi presa novamente, em São Paulo, quando sofreu um aborto espontâneo.” leia mais

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Os Governos atacam direitos e tentam impedir a luta dos trabalhadores, mas não conseguem

Do site da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

PARAR OS LOCAIS DE TRABALHO PARA BARRAR OS ATAQUES AOS DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA

Estamos em luta contra o Projeto da Terceirização dos patrões e contras as Medidas do governo Dilma que atacam o seguro-desemprego, o auxílio doença, as pensões.

Companheiros/as,

O governo Dilma tenta esconder que o rombo de mais de R$300 bilhões nas contas públicas foi provocado pela sua farta ajuda as multinacionais que se utilizaram desses recursos, para demitir, reestruturar os locais de trabalho aumentando a exploração contra os trabalhadores. O governo com suas medidas que atacam o seguro-desemprego, o auxílio doença e as pensões e os patrões com seu projeto de terceirização, tentam assim arrancar direitos dos trabalhadores garantidos através de muita luta. leia mais