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Mesmo com boicote dos pelegos, paralisação nacional desmascara privatização dos Correios

do site da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

Entre os dias 18 e 19 de março, os trabalhadores dos Correios de 10 bases sindicais realizaram uma greve nacional de advertência contra a ameaça de privatização da ECT.  Além de servir como um sinal de alerta para a direção da empresa, com essa paralisação denunciamos o avanço da privatização dos Correios para a população que utiliza os serviços postais. Através da entrega de panfletos e da inserção na imprensa, provamos que a privatização imposta com a criação de uma subsidiária chamada CorreiosPAR é semelhante a que ocorreu em outros países, como Portugal, Alemanha e Japão. Em todos os cantos do mundo, a privatização precarizou ainda mais as condições de trabalho, com demissões em massa, intensificação do ritmo de trabalho e achatamento de salários. leia mais

13 e 15 de março

Enquanto uma nova crise está em gestação, o Estado se coloca em movimento para atender aos interesses do Capital

do site da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

As saídas da crise de 2008/2009 aumentou de maneira avassaladora a dívida dos Estados nacionais: empréstimos, incentivos fiscais, “estatização” de empresas privadas pelos governos, como foi no EUA em relação a General Motors, são exemplos das ações anticíclicas aplicadas pelo Estado para garantir ao Capital uma nova fase de recuperação e aumento de seus lucros.

O coração do sistema imperialista impôs aos Estados nacionais da Europa a fatura dessa conta. E nessa espiral, a grande economia da Europa, a Alemanha, impôs às economias dominadas da zona do euro a fatura, o que significa ataque a direitos trabalhistas e previdenciários, corte nos gastos das politicas públicas, o que significa mais arrocho nos salários, mais desemprego, aumento da miséria.

A indignação contra os pacotes de austeridade colocou no governo na Grécia o Syriza, que logo após tomar posse se comportou como disciplinado governo da ordem, ou seja, apenas pequenas modificações na forma de como acatar as imposições da Troika e do FMI. No mais a garantia de subserviência à política da zona do Euro. Logo após a posse o anuncio da concertação com o bloco europeu, manifestações de rua ocuparam as ruas da Grécia contra o acordo do novo governo que foram ao mesmo tempo ignoradas e reprimidas. leia mais

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Nem o dia 13, nem o dia 15

do site da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

FALAM EM NOSSO NOME. NEM PACTO COM A BURGUESIA, NEM DEFESA DO GOVERNO.

NOSSA LUTA É NOS LOCAIS DE TRABALHO, MORADIA E ESTUDO CONTRA O PACOTE QUE ATACA OS DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA

 

O pacote do governo Dilma que ataca direitos da classe trabalhadora, como o seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença, pensão por morte, tem por objetivo atender as demandas do grande Capital. É o Estado agindo para cobrar dos trabalhadores a fatura que foi provocada por isenções fiscais, farta ajuda para as grandes empresas e bancos transformando a dívida privada do Capital em dívida pública.

O PT, partido nascido da luta da classe trabalhadora, no governo atendeu aos interesses dos inimigos dos trabalhadores. Ao mesmo tempo em que implementava minguadas e limitadas políticas sociais, ajudava o Capital a ampliar a exploração dos trabalhadores nas contratações precárias, com salários arrochados, que por tanto tempo foram propagandeadas como o tempo do “pleno emprego” no Brasil. leia mais

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FATOS & CRÍTICA: Jogo de soma nula

Fatos & Crítica

JOGO DE SOMA NULA

Coletivo CVM

Os últimos acontecimentos mostram um governo federal desgastado e sem capacidade de reação diante dos péssimos resultados econômicos, de uma campanha sistemática da mídia empresarial e, principalmente, das investigações da Operação Lava-Jato, que incriminam parlamentares da base aliada e do PT e se aproximam perigosamente do financiamento da campanha da própria Dilma.

Apesar de ter implantado o programa econômico do capital financeiro, deixando o câmbio flutuar, aumentando drasticamente os juros, os impostos e os preços administrados, cortando gastos sociais do seguro-desemprego e das pensões dos trabalhadores e prometendo a privatização parcial da Caixa Econômica, o governo não foi capaz de neutralizar a virulenta campanha da mídia empresarial, que alimenta as manifestações pelo impeachment lideradas pelos setores direitistas radicais da pequena-burguesia.

Para agravar o cenário, uma greve nacional dos caminhoneiros – setor historicamente disponível para apoiar golpes e aventuras direitistas na América Latina – ameaçou o abastecimento das grandes cidades e a exportação de cargas agrícolas. Neste caso, a aprovação de uma lei regendo a atividade foi suficiente para abafar o movimento, restrito agora a bolsões que continuam a exigir a diminuição dos preços do diesel, mantidos altos pelo governo para capitalizar a Petrobras. leia mais

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8 de março – sem as mulheres a luta fica pela metade e sem a classe trabalhadora a luta não avança

do site da Intersindical – Instrumento de luta e Organização da classe trabalhadora

EM MOVIMENTO POR NENHUM DIREITO A MENOS E PARA AVANÇAR RUMO A NOVAS CONQUISTAS

Mais um 8 de março onde em nosso locais de trabalho, estudo e moradia lutamos lado a lado com nossa classe contra os ataques do Capital e seu Estado.

Somos metalúrgicas, sapateiras, operárias têxteis, professoras, bancárias, radialistas, servidoras públicas, trabalhadoras de diversas categorias que juntas aos nossos,de nossa classe estamos nas assembleias, greves, passeatas em luta por nenhum direito a menos e para avançar rumo a novas conquistas. leia mais